sexta-feira, 31 de julho de 2015

Dia Nacional dos Profissionais da Educação - ← LEI Nº 5.499, DE 14 DE JULHO DE 2015

Na próxima semana os(as) professores(as) e trabalhadores(as) da carreira assistência à educação comemorarão mais uma data especial. Criada para valorizar a categoria e os profissionais da carreira assistência, a Lei 13.054/14 institui o dia 6 de agosto como Dia Nacional dos Profissionais da Educação.
A lei foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no dia 22 de dezembro de 2014 e publicada no Diário Oficial da União no dia seguinte. Segundo o autor do projeto, deputado Vicentinho (PT-SP), a proposta é uma homenagem ao trabalho qualificado dos profissionais que lidam com a educação no espaço escolar e com a formação das novas gerações. A data de comemoração escolhida se refere à sanção da Lei 12.014/09, que define os trabalhadores considerados como profissionais da educação.
No entanto, a criação da lei não gera a folga na rede pública de ensino, já que os professores e professoras já tem o feriado do dia 15 de outubro.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Suposta 'profecia' de Fidel gera polêmica na Internet

Em plena Guerra Fria, no ano de 1973, o líder cubano Fidel Castro fez uma "previsão" que acaba de se concretizar em 2015, mais de 40 anos depois.

fidel castro previsão 1973

Ano de 1973. A Guerra Fria está mais fria do que nunca: Richard Nixon está no seu segundo mandato como presidente dos Estados Unidos (renunciaria no ano seguinte) e a Guerra do Vietnã chega ao fim. Ao regressar do país situado no sudeste asiático, o líder cubano Fidel Castro participa de uma de suas habituais reuniões com a imprensa internacional.
Em um ambiente descontraído, Brian Davis, jornalista de uma agência de notícias britânica, questionou: “Quando você [Fidel] acredita que serão restabelecidas relações entre Cuba e Estados Unidos, dois países tão distantes, embora próximos geograficamente?”
O líder da revolução cubana, olhando firmemente nos olhos de Brian, respondeu em alto e bom som para que todos os presentes pudessem escutá-lo: “Os Estados Unidos só voltarão a dialogar conosco quando tiverem um presidente negro e quando houver no mundo um Papa latino-americano”.
Alguns jornalistas riram da declaração, outros, incrédulos, esboçaram expressões faciais irônicas. Ninguém acreditou na previsão de um ‘Castro metido a Nostradamus’. Todo esse episódio foi resgatado pelo jornalista e escritor argentino, Pedro Jorge Solans, durante recente viagem que fez a Cuba para produzir uma reportagem que tratava da reabertura das relações da ilha caribenha com os EUA. A matéria foi originalmente publicada no El Diario de Carlos Paz.
Esse episódio histórico é explicado por Eduardo de la Torre, que na época era estudante universitário. Naqueles tempos, era impossível imaginar que Barack Obama, um homem negro, podia chegar a ser presidente do país mais poderoso do mundo. Tampouco parecia viável que um argentino fosse eleito Papa quando a maioria dos que disputavam e assumiam o posto máximo da Igreja Católica eram nascidos na Itália, mais precisamente em Roma.

Texto originalmente publicado pelo jornal argentino Clarín, Tradução: Pragmatismo

quarta-feira, 8 de julho de 2015

A Finlândia tem muito a ensinar

ALTA AMBIÇÃO - Escola finlandesa: a ousada reforma no currículo busca manter o país no topo
Todo mundo admira a lendária neutralidade da Suíça, que se permitiu passar ilesa pelas duas guerras mundiais que devastaram a Europa no século passado. Injustamente, porém, quase ninguém conhece a histórica altivez da Finlândia, que rechaçou pelas armas dois poderosos invasores, os soviéticos e os nazistas - conseguindo também atravessar a Guerra Fria sem aderir ideologicamente a nenhum dos lados que, entre 1947 e 1991, polarizaram o mundo entre comunismo e capitalismo. Na canção Let's Do It, de Cole Porter, os finlandeses aparecem só depois dos pássaros, das pulgas, dos lituanos, espanhóis e holandeses em sua hipnótica lista de seres que se apaixonam na primavera. Mesmo tendo dado ao mundo o escorredor de pratos e os celulares Nokia, o destino da Finlândia não é ser famosa. Assim, a revolução educacional gestada nas escolas de lá está silenciosamente lançando as bases da educação que vai ajudar a moldar o ensino em todo o mundo no decorrer do século XXI. VEJA foi a Helsinque testemunhar essa saga, narrada em detalhes nas páginas seguintes desta reportagem.
Finlândia 7X0

Crianças ora hipnotizadas pela tela do computador, bem à vontade só de meias, ora ao ar livre e gelado, dissecando a geologia de uma paisagem que tem como marco uma sólida rocha encravada entre os pinheiros, como se fosse um parque temático sobre a era glacial. Bem-vindo à Finlândia, o país que se notabilizou como um dos melhores do mundo na educação, mas que, mesmo assim, já finca os pilares do ensino do futuro. Fale com qualquer professor de lá, da 1ª série à universidade, e ouvirá, como uma bem orquestrada sinfonia de Sibelius, o grande compositor finlandês, orgulho nacional: precisamos de uma escola que leve os alunos ao limite de suas potencialidades, que os prepare para um mundo cada vez mais globalizado e os ensine a se adaptar ao novo, a se virar diante do inesperado, a criar e a inovar. Que a lição se faça ouvir por aqui, onde agora se debate justamente o primeiro currículo escolar brasileiro.
Nenhum país que tem a educação como prioridade está alheio à discussão que inflama as rodas especializadas e afeta a vida de pais e estudantes: o que ensinar a crianças que não necessitam mais do saber enciclopédico, já que têm acesso a informação de qualidade ao toque do mouse, mas devem ser talhadas para enfrentar problemas e ofícios que nem sequer se imagina quais serão? "Mais do que acumular dados, o aluno precisa aprender a aprender, porque a toda hora surge um conhecimento novo e relevante no planeta", resumiu a VEJA o físico alemão Andreas Schleicher, diretor da área de educação na OCDE (organização que reúne as nações mais desenvolvidas). No fim do ano passado, líderes de toda parte encontraram-se em Genebra para falar do currículo do século XXI. Houve consenso de que é preciso preservar os conteúdos essenciais, ter coragem para eliminar o resto e dar lugar na escola ao desenvolvimento de habilidades requeridas no mercado de trabalho, como resiliência, capacidade de produzir em equipe, comunicação, abertura ao risco, criatividade. A Finlândia forçou ainda mais a barra e decidiu tornar menos estanques as divisões entre as matérias, ensinando-as muitas vezes ao mesmo tempo. A ousadia, vinda do país que lidera rankings mundiais de ensino, ocupou as manchetes. Seria o começo do fim das disciplinas?
"Os conceitos básicos de cada matéria continuarão a ser ensinados com metas claras e elevadas, ainda que as fronteiras entre elas fiquem mais flexíveis", garante Leena Maija Niemi, 42 anos, vice-diretora da escola Kasavuori, a meia hora da capital, Helsinque, espécie de laboratório dos novos tempos plantado em meio à floresta. Ali, vê-se uma mescla de economia, geografia, história, demografia, estudos sociais e finlandês num projeto chamado Minhas Raízes, um dos vários em curso, em que cada adolescente produz vasto material sobre a cidade de seus pais, avós ou tios. Nessa abordagem de "aprendizado baseado em projetos", professores de várias áreas planejam as aulas em conjunto. Fomentam independência para pesquisar e colaboração. Não se põem à frente da classe a ministrar intermináveis aulas expositivas, mas vão de mesa em mesa, resolvendo dúvidas e renovando desafios. Especialistas de Singapura, Estados Unidos, México, Espanha e Tailândia já agendaram visitas à escola Kasavuori para conhecer o modelo que, a partir do próximo ano, fará parte do currículo mínimo obrigatório da Finlândia.
De certa maneira, as inovações finlandesas são um reencontro com um passado glorioso. Na Atenas clássica, o ensino era baseado em desafios que demandavam várias áreas do saber para ser solucionados. O mentor respondia a uma pergunta com outra mais difícil, um problema levava ao seguinte, em um voo pela razão balizado pelo rigor da geometria e pela lógica, mas impulsionado pelas asas da poesia. A realidade é multidisciplinar e requer diversos domínios para ser abarcada em toda a sua complexidade. Os gregos sabiam disso. Os finlandeses estão provando que essa e outras abordagens do passado, embora esquecidas no tempo, nunca perderam seu valor. Há um século, o filósofo e matemático inglês Alfred North Whitehead escreveu The Aims of Education ("Os objetivos da educação"), um libelo contra o academicismo e a compartimentação dos campos do saber. "Nas nossas escolas a contradição é vista como uma derrota, quando deveria ser o primeiro passo rumo ao conhecimento real." Whitehead preconizava também o trabalho cooperativo. Encontra-se muito das ideias dele na adaptação das escolas da Finlândia à dinâmica do mundo atual e às exigências da economia globalizada e conectada.
Na década de 70, a Finlândia decidiu promover uma virada crucial no ensino. Era um tempo em que metade da população ainda vivia na zona rural e a economia dependia das flutuações do preço da madeira - passado que soa remoto diante do atual desempenho do país na corrida global: a chamada "terra dos 1 000 lagos" (exatamente 187 000) e dos 2 milhões de saunas (uma para cada 2,7 habitantes) desponta entre os cinco primeiros nos rankings mundiais de competitividade, inovação e transparência. Sua capital lidera o mais recente teste de honestidade da revista Reader's Digest, baseado em quantas de doze carteiras com 50 dólares deixadas em lugares-chave pela revista foram entregues de volta a seus donos ou à polícia. Em Helsinque, onze das doze carteiras foram devolvidas - no Rio de Janeiro, quatro, o mesmo número de Zurique.
Não espere encontrar na Finlândia a rigidez típica de outros campeões do ensino, como Coreia do Sul ou China. Enquanto a palavra de ordem na Ásia é estudar noite e dia, nessas bandas da Escandinávia a rotina escolar é mais suave, com jornadas de cinco horas e lição na medida certa para sobrar tempo para "relaxar" - esse é o verbo de que os finlandeses gostam. Que não se confunda isso com indisciplina ou pouca ambição. Foi só a Finlândia perder posições no ranking da OCDE (ficou em sexto lugar no último) e o exame nacional mostrar certa queda para soar o alerta e o rumo ser corrigido. Os novos tempos são de construção do conhecimento em rede, uns colaborando com os outros, como nas rodas acadêmicas. Também é visível a mudança na condução da aula pelo professor, que às vezes nem mesa tem; a ideia é que ele palestre menos e guie mais o voo dos estudantes. Os mestres não são coadjuvantes, como em muitas experiências que se autointitulam inovadoras, mas o centro de uma reviravolta sustentada em delicado equilíbrio. "O segredo está em não achar que flexibilidade é o mesmo que anarquia", pondera a doutora em educação Kristiina Kumpulainen, da Universidade de Helsinque.
A tarefa de saber qual conteúdo deve sobreviver à afiada peneira deste século não é simples, mas vem sendo testada com sinais de sucesso, e não só na Finlândia. Também na vanguarda do ensino, o distrito de Colúmbia Britânica, no Canadá, encontra-se em pleno processo de separar o descartável do essencial. "Com uma grade de matérias tão pesada, as crianças não estavam aprendendo a pensar", reconhece Rod Allen, envolvido na missão de reescrever o currículo. Os canadenses continuarão a estudar os fundamentos da democracia grega e por que todos os caminhos levavam a Roma, mas não precisarão mais "sobrevoar", como diz Allen, todas as civilizações da Antiguidade. "No lugar de cinquenta tópicos mal absorvidos, vamos agrupá-los em dez ou doze grandes áreas, enfatizando os conceitos realmente valiosos", explica ele, que ainda esclarece: datas, pessoas e eventos importantes seguem firmes na cartilha. O Japão percorre trilha semelhante. Enxugou em 30% seu currículo para ceder espaço às habilidades tão em voga. Não há nada de modismo aí. Os japoneses perceberam que os postos de trabalho que envolvem atividades rotineiras e baseadas em um único tipo de conhecimento estão sendo varridos por aqueles movidos a desafios mais imprevisíveis e complexos, que exigem flexibilidade de pensamento e de postura. Mas em um ponto ninguém mexe: ler um livro por semana foi, é e sempre será sagrado.
Há décadas se fala da importância de ensinar habilidades comportamentais, ou socioemocionais, como se diz no meio, como persistência e autodisciplina. Há décadas também elas vêm sendo subestimadas nas escolas, ainda que, nos anos 80, o americano James Heckman, prêmio Nobel de Economia, tenha demonstrado em pesquisas que são tão ou mais determinantes para o sucesso futuro do que as tradicionais matérias - e, sim, podem ser incentivadas. Mas, à medida que a cadeia produtiva muda sua lógica, exigindo cada vez mais capacidade de resolução de problemas e de adaptação em todos os níveis, o alerta de Heckman se faz reverberar na educação. Um estudo do Instituto Ayrton Senna reforça as palavras do Nobel trazendo os números à realidade brasileira: alunos mais perseverantes e organizados aprendem em um ano letivo cerca de um terço mais em matemática do que os outros; a abertura ao novo e a coragem de empreender e errar produzem o mesmo efeito positivo em língua portuguesa. "Existe o princípio geral de que só o que dá para medir tem valor. Pois já conhecemos bem o peso dessas habilidades que soam tão abstratas", observa Oliver John, professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, e consultor da OCDE no projeto de criar um termômetro universal para aferi-las.
E o Brasil nisso? Bem, enquanto países como Finlândia e Austrália, outro caso de sucesso, revisam seu currículo a cada dez anos e a Coreia do Sul já cravou a sétima edição do seu, o Brasil não tem nenhum. Isso mesmo: aterrissamos no século XXI sem um consenso nacional sobre o que o aluno deve aprender a cada ano em cada disciplina. A principal razão para tão profundo atraso é de cunho ideológico. Uma turma de educadores ainda acha que um script com objetivos e metas de aprendizado em comum engessaria a liberdade de lecionar e daria as costas às diferenças. "Confundem até hoje estrutura com camisa de força", diz Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann e integrante de um grupo de especialistas que debatem o teor do currículo brasileiro por vir. Previsão: 2016.
Envolvido na confecção desse currículo, o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, fez uma ala de pensadores tremular com suas afirmações a propósito do tema. Disse o ministro, acertadamente: "A tradição no Brasil é de enciclopedismo raso". A proposta conduzida por ele, portanto, mira diminuir quantidade em prol de profundidade, mas não só isso: "Desenvolver competências deve ser a principal missão da escola". Ele se refere, por exemplo, a saber ler e interpretar e afiar o raciocínio lógico. O que tirou o sono de especialistas foi a aparente contraposição que Unger fez entre conteúdos e competências (justamente relacionadas à utilização do conhecimento acumulado), como se fossem excludentes. "Não há conteúdos consagrados nem obrigatórios, sobretudo nos anos escolares mais avançados", defendeu ele a VEJA. "Também não podemos produzir um currículo engessado, que cale o experimentalismo vigoroso", foi além. Mas garantiu: a ideia é ter metas e orientações para docentes. A ver. Como professores que tropeçam no básico darão conta da transição para algo que só agora países bem mais evoluídos no ensino estão fazendo?
Muitas ressalvas cabem na comparação entre Brasil e Finlândia - a começar pela população: os finlandeses são 5,5 milhões com cultura homogênea e pouca disparidade de renda; já nós, 200 milhões com todo tipo de diversidade. Também eles não têm o mau hábito de mudar o curso da educação a cada troca de governo. A Finlândia adota um sistema parlamentarista com presidente da República que favorece coalizões entre quase todos os partidos. Tal estabilidade política contribuiu para a implantação de um sistema em que 99% das escolas são públicas e igualmente boas, segundo notou a OCDE. Tamanho é o valor que se dá à sala de aula que, mesmo na universidade, ninguém desembolsa um tostão. Ao contrário: os alunos ganham até bolsas para arcar com moradia. "Não precisamos mudar de cidade atrás de um bom ensino porque ele está por toda parte", conta a enfermeira Kirsi Ojala-Kinnunen, 42 anos, mãe de três filhos e uma entre os 35 000 habitantes da bucólica Tuusula, onde vive em uma casa de madeira típica do pós-II Guerra, com o conforto que todas essas residências têm - sauna para enfrentar o frio e as noites sem fim. Olhar para eles pode ajudar o Brasil a deixar a própria zona glacial: a dos últimos do mundo na educação.

Por: Monica Weinberg, de Helsinque - Atualizado em 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

12 coisas estranhas encontradas na terra, algumas ainda sem explicações

12 coisas estranhas encontradas na terra, algumas ainda sem explicações


Há coisas realmente estranhas encontradas na terra ao passar da história, desde cidades antigas a objetos estranhos. Aqui estão 12 coisas que os arqueólogos encontraram:

1) A pata de uma Moa

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O animal foi extinto a mais de 500 anos, e foi uma surpresa para os pesquisadores quando encontraram essa garra em uma caverna na Nova Zelândia.

2) As Grutas Longyou

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Essas grutas feitas por mãos humanas foram encontradas na China, e ainda são misteriosas as explicações sobre ela.

3) O Portão do Sol

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É uma estrutura de pedra misteriosa até hoje. Fica em um lugar extremamente alto. As figuras gravadas na pedra acreditam-se ser sobre astronomia e astrologia.

4) Os Campos L’Anse aux

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Essa curiosa estrutura mostra que os Vikings fizeram seu caminho para a América do Norte muito antes de Cristóvão Colombo pensar em subir em seu barco.

5) Gobekli Tepe

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Encontrado em um cume de montanha na Turquia, ajudou muito a compreender os costumes antigos, a cidade foi construída o redor do tempo, mostrando como eram devotos da religião.

6) O Manuscrito Voynich

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O manuscrito exala mistério até hoje, como em que lingua está escrito. Em 2014 dois grupos afirmaram terem descoberto a chave, porem, ambos tinham teorias diferentes.

7) Estruturas de Yonaguni

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Ainda há duvidas se essa estrutura foi feita pelo Homem ou apenas é uma forma curiosa dentro do mar. Está na costa do japão e tem formas planas e bem como ângulos de 90 graus.

8) Túnels de Stone Age

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Uma enorme rede de túneis que remota a era da pedra. As perguntas permanecem em como conseguiram montar uma estrutura tão grande naquela época.

9) Esferas de pedra da Costa Rica

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Há esferas por toda a Costa Rica, desde pequenas, até muito grandes, e os arqueólogos não fazem ideia de onde vieram.

10) O Obelisco Inacabado

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Construído direto na pedra, foi abandonado após rachaduras começarem a aparecer.

11) Mohenjo-daro

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Localizado no Paquistão, é o sinal de um dos primeiros assentamentos urbanos com planejamento de cidades com sistema de drenagem. Estima-se que 40 mil pessoas viveram aqui.

12) Saksaywaman

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Pedras assentadas juntas no Perú, que é impossível ver do outro lado de tão perfeitamente encaixadas.

Fonte: Curiosidade Científica

sábado, 13 de junho de 2015

FBI INFORMA QUE BRASIL VENDEU O JOGO DA ALEMANHA NUM ESQUEMA DE CORRUPÇÃO


Informação do FBI que estão sendo levantadas nos EUA é o que o chefe da CBF ( Brasil ) preso pela Polícia Americana está envolvido no resultado do jogo entre Brasil e Alemanha. A histórica goleada na semifinal da Alemanha sobre a seleção brasileira pode ter envolvido milhões de dólares, onde cada jogador recebeu sua parte. Dentro de 30 dias será divulgado um balanço que poderá acabar com a vida profissional de muitos jogadoresbrasileiros reconhecidos pelos torcedores, afirmou o FBI. O esquema pode sobrar até para Rede Globo de Televisão.(texto sem correcção ou alteração)

“Dane-se o torcedor, vamos garantir o nosso. É melhor um na mão que dois voando” Segundo a FIFA uma frase que vai doer no coração dos brasileiros apaixonados por futebol.
Vários e-mails atualmente “denunciam” a venda desta Copa nas redes sociais. Os textos apresentam detalhes distintos, mas quase todos partem do mesmo autor: Gunther Schweitzer, o mesmo homem que denunciou a venda da Copa de 1998. Em alguns textos, Schweitzer é apresentado como diretor de jornalismo dos canais ESPN. Em outros, o nome aparece com o mesmo suposto cargo de 16 anos atrás: diretor da Rede Globo.
Além da troca de favores entre Brasil e Fifa, outra “questão” foi levantada nos últimos dias: a de que Neymar não teria efetivamente se lesionado na partida contra a Colômbia. Sites brasileiros e colombianos divulgaram imagens da chegada do atleta ao hospital de Fortaleza. Nelas, o paciente aparece com o rosto coberto e sem as tatuagens que o atacante possui no braço direito. Houve ainda quem adaptasse a história e afirmasse que Neymar simulou a lesão, pois foi o único que não concordou em vender a Copa à Fifa.
O jornal italiano “Corriere dello Sport” estampou na capa de sua edição desta sexta-feira que a Copa de 2002 teve resultados manipulados por árbitros, em favorecimento à Coreia do Sul. Entretanto, a manchete da publicação faz mais barulho do que sua reportagem.
O jornal afirma apenas que “um dia, talvez” as investigações sobre a Fifa descobrirão “ligações com a Copa do Mundo de 2002″, especialmente ao juiz equatoriano Byron Moreno, que teve arbitragem polêmica do jogo das oitavas de final contra a Itália, no qual mostrou cartões vermelhos e anulou um gol da Azzurra. O jornal lembra que o senador Raffaele Ranucci, chefe da delegação italiana naquele mundial, já havia denunciado possível favorecimento à Coreia do Sul, uma das sedes em 2002.
Na ocasião, os coreanos chegaram até a semifinal e eliminaram Portugal (fase de grupos), Itália (oitavas de final) e Espanha (quartas) – em jogos com polêmicas de arbitragem. O país sediou o Mundial junto com o Japão e terminou em quarto lugar.
A derrota por 2 a 1 para Coreia do Sul é lamentada até hoje pelos italianos. Na ocasião, o árbitro equatoriano Byron Moreno anulou um gol claro de Tommasi que daria a classificação à Azzurra – o lance aconteceu na prorrogação, numa época que o gol de ouro fazia parte do regulamento.
A Espanha também reclamou bastante. O árbitro egípcio Gamal Al Ghandour, o ugandês Ali Tomusange e o trindadense Michael Ragoonath, seus auxiliares, anularam dois gols legítimos, um de Fernando Morientes e outro de Iván Helguera, que dariam a vitória e a classificação aos espanhois para a semifinal da Copa. A Coreia do Sul, na época treinada pelo holandês Guus Hiddink, acabou beneficiada e conseguiu sua melhor campanha na história dos Mundiais com a classificação nos pênaltis.
FBI informa que Brasil vendeu o jogo da Alemanha num esquema de corrupção
Um dos focos das investigações da Justiça americana sobre o escândalo de corrupção na Fifa são transações comerciais em que a Rede Globo, da família Marinho, atua diretamente há décadas; parceira incondicional da Fifa desde o mundial 1970, a Globo é detentora da transmissão no Brasil de praticamente todos os eventos investigados pelo FBI: Copa do Mundo, Libertadores, Copa América e até a Copa do Brasil; o elo mais forte entre Globo e Fifa é o brasileiro José Hawilla, da Traffic Group, que assumiu os crimes de extorsão, fraude, lavagem de dinheiro e vai devolver US$ 151 milhões; além disso, J. Hawilla é dono da TV TEM, maior afiliada da Globo no país; apesar das ligações perigosas, a Globo se limitou a dizer, no Jornal Nacional, que “o ambiente de negócio do futebol seja honesto”; também afirmou que “sobre essas empresas de mídia não pesam acusações ou suspeitas”.
Segundo a polícia federal (FBI) e a receita federal americanas, as investigações na Fifa tiveram início por causa do processo de escolha das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar, mas foi expandida para analisar os acordos da entidade nos últimos 20 anos.
A investigação atua em várias frentes. Sobre a compra dos direitos de transmissão o esquema funcionava basicamente assim: para ter contratosde direitos de transmissão de eventos organizados pela Fifa, como a Copa da Mundo ou Copa Libertadores, empresas de marketing esportivo pagavam propinas milionárias aos dirigentes da Fifa. De posse dos direitos de transmissão, as empresas revendia-os a grupos de comunicação do mundo todo. Só em relação aos direitos de transmissão da Copa América de 2015, 2019 e 2023, a Datisa, formada formada pela Traffic, do brasileiro J. Hawilla, e duas companhias sul-americanas, aceitou pagar US$ 352,5 milhões e mais US$ 110 milhões em propinas para os presidentes das federações sul-americanas. A Rede Globo comprou da Datisa os direitos de transmissão da Copa América no Brasil.
A empresa da família midiática mais rica do planeta não é citada nas investigações do FBI. Mas faz transações com a Fifa sobre transmissão de eventos esportivos desde o mundial de 1970. Em 2012, a Globo anunciou a compra dos direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018, na Rússia, e de 2022, no Catar. Os valores dos negócios não são divulgados oficialmente.
Na época do anúncio, o presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho, comemorou a compra da transmissão dos mundiais. “Por mais de 40 anos, a Globo e a Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo, e a Globo se sente orgulhosa de ser parte desta história. Por esta razão, nós estamos orgulhosos de prolongar esta parceria’, afirmou Marinho.

J. Hawilla, parceiro dos Marinho

Entre a Fifa e a Globo aparece um elo de ligação que é peça chave nas investigações de corrupção das autoridades americanas: o empresário José Hawilla, dono da Traffic Group, maior empresa de marketing esportivo da América Latina.J. Hawilla, como gosta de ser chamado, confessou à Justiça dos EUA ser culpado pelos crimes de extorsão, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça – ele é o único brasileiro entre os réus confessos declarados culpados pela Justiça dos EUA. Ele se comprometeu a devolver US$ 151 milhões de seu patrimônio – US$ 25 milhões deste total já teriam sido pagos no momento da confissão. O mandatário da Traffic já foi classificado diversas vezes pela imprensa nacional como “dono do futebol brasileiro”.
A ligação entre J. Hawilla e a família Marinho inclui a transmissão de eventos esportivos de peso. A Traffic teve exclusividade na comercialização de direitos internacionais de TV da Copa do Mundo da Fifa no Brasil, em 2014. A empresa de J. Hawilla é a atual responsável pelos direitos de torneios como a Copa Libertadores, cujo direito de transmissão foi comprado pela Rede Globo.
Além relações perigosas no futebol, Rede Globo e J. Hawilla têm parceria comercial também nas Comunicações. Ex-repórter da área de esportes, ele se tornou afiliado da Rede Globo a partir da Traffic. Em 2003, ele fundou a TV TEM, no interior de São Paulo – hoje a maior subsidiaria do grupo, cobrindo 318 municípios e 7,8 milhões de habitantes, alcançando 49% do interior paulista. J. Hawilla também comprou, em 2009, o “Diário de S.Paulo”, mas vendeu o jornal logo em seguida.

Sonegação na Copa de 2002

A Rede Globo criou um “antecedente criminal” em sua relação comercial com a Fifa, intermediada por empresas como a Traffic. A emissora disfarçou a compra dos direitos de transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2002, na Coreia do Sul e Japão, da qual o Brasil foi campeão.
A engenharia da Globo para disfarçar a operação envolveu dez empresas criadas em diferentes paraísos fiscais. Todas essas empresas pertencem direta ou indiretamente à Globo, segundo os documentos. O esquema funcionava de modo que o dinheiro para a aquisição dos direitos era pago através de empréstimos entre empresas pertencentes à Globo sediadas em outros países. Deste modo, a empresa brasileira TV Globo, não gastava dinheiro diretamente com a operação. Posteriormente, as empresas que detinham os direitos de transmissão eram compradas pela TV Globo.
“Essa intrincada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo teve, por escopo, esconder o real intuito da operação que seria a aquisição pela TV Globo dos direitos de transmitir a Copa do Mundo de 2002, o que seria tributado pelo imposto de renda”, afirma em relatório do processo o auditor fiscal Alberto Sodré Zile.
A artimanha fiscal resultou na sonegação de R$ 183,14 milhões, em valores da época. Segundo a Receita Federal, somando juros e multa, o valor que a Globo devia ao contribuinte brasileiro em 2006 sobe a R$ 615 milhões.
Em 2013, o blog O Cafezinho divulgou 29 páginas do processo da Receita Federal contra a Rede Globo. O relatório divulgado comprova que as organizações Globo criaram um esquema internacional envolvendo diversas empresas em sedes por todo o mundo para mascarar a compra dos direitos da Copa de 2002. O objetivo principal seria o de sonegar os impostos que deveriam ser pagos à União em pela compra dos direitos (leia mais).

Via Bonner, Globo diz querer “futebol mais honesto”

A única manifestação da Rede Globo até o momento sobre o escândalo na Fifa foi um editorial lido por William Bonner no “Jornal Nacional” nessa quarta-feira, 27, quando a emissora ressaltou que apoia as investigações promovidas pela justiça americana.
“A TV Globo, que compra os direitos de muitas dessas competições, só tem a desejar que as investigações cheguem a bom termo e que o ambiente de negócio do futebol seja honesto. Isso só vai trazer benefícios ao público, que é apaixonado por esse esporte, e às emissoras de televisão do mundo todo, que como a Globo fazem um esforço enorme para satisfazer essa paixão”, acrescentou Bonner.
No “Jornal da Globo” desta quarta (29), também disse que “não pesam acusações ou suspeitas sobre as empresas de mídia de todo o mundo que compraram desses intermediários os direitos de transmissão”, caso da Globo.(APC:news)
Fonte: Rius.com.br

quinta-feira, 28 de maio de 2015

3 dicas para que os clientes amem sua empresa

ímã; fidelização; atração (Foto: ThinkStock)
Empresas hospitaleiras são aquelas que cuidam dos seus clientes, buscando sempre realizar ações gentis e atenciosas. Quem quer ganhar destaque e prestigio no mercado precisa mostrar preocupação especial com as pessoas.
Em um mundo onde as empresas estão cada vez mais iguais, ser hospitaleiro é uma forma de melhorar positivamente a imagem da marca. Beatriz Cullen, diretora do Instituto Brasileiro de Hospitalidade Empresarial, listou algumas dicas para quem deseja dar um melhor tratamento aos seus clientes.
Mostre ao cliente que ele é especial
As pessoas gostam de ser lembradas e acabam criando um carinho especial por quem tem esse cuidado. Mandar cartas desejando um feliz aniversário ou bons votos em datas especiais ajuda a criar um laço entre a marca e os clientes.  Uma estratégia ainda melhor é ligar diretamente para a pessoa e assim estabelecer um diálogo mais “humano”.

Segundo Cullen, apesar de serem ações trabalhosas, os custos são baixos e as ações podem ser facilmente implementadas em qualquer empresa. “Coloque-se sempre no lugar da outra pessoa.
Pense como você gostaria de ser tratado e use esse pensamento nas suas estratégias”.
Entretanto, é preciso ter um cuidado redobrado para não parecer que você está tentando um contato falso e forçado. Mostre que a hospitalidade não é uma obrigação, mas sim parte da filosofia da sua empresa.

Responda rápido
Seja em redes sociais, e-mails ou telefone, seus clientes irão tentar se comunicar com sua empresa. As mensagens recebidas podem não ser somente críticas, mas também elogios. Em ambos os casos, as pessoas esperam uma resposta o mais breve possível.

Se você demora para responder, ou simplesmente deixa a mensagem esquecida, pode parecer que sua empresa tem total descaso com as pessoas. Esse é um tipo de atitude que cria uma imagem negativa, e pode provocar uma perda de clientes em longo prazo.
Seja atencioso com os seus funcionários
É fundamental que o cliente se sinta bem quanto está dentro da sua empresa. E isso pressupõe um atendimento bom e gentil. Mas você não pode exigir boas atitudes de seus funcionários se eles não são tratados de forma hospitaleira no ambiente de trabalho.

“Empresas menores que investem forte nos seus funcionários tem incríveis aumentos de hospitalidade”, afirma Cullen. Ambientes menores são mais propícios a darem um tratamento mais personalizado ao cliente, e essa pode ser uma estratégia interessante para quem ainda é um pequeno ou médio empreendedor.

Por Priscila Zuini com Gabriel Lellis - 07/05/2015

5 razões que levam alguém a odiar o chefe

Líderes que não sabem ouvir ganham a antipatia da equipe (Foto: Shutterstock)Conheça as atitudes que líderes devem evitar para ter uma boa convivência com a equipe
Quem nunca ouviu alguém reclamando do chefe? E quem não sabe que, quanto mais difícil é esse tipo de convivência, mais desagradável o ambiente de trabalho se torna? A questão é: como impedir que esse problema surja?
Nas dicas abaixo, o consultor de treinamento e avaliação psicológica José Henrique Pontes de Camargo, diretor da Elithe RH, conta quais são os erros mais comuns cometidos pelos gestores. Evitar essas atitudes é um bom começo.
1. Não conhecer a equipe
Para ser um bom líder, é preciso conhecer o próprio time. “Não olhar para os funcionários e não saber identificar os indivíduos é um pecado terrível, porque causa mal-estar nas pessoas”, diz Camargo. Segundo ele, o chefe deve entender que cada um tem um perfil psicológico diferente, definido por fatores como histórico familiar e religião. “O líder tem que observar tudo e conversar com os colaboradores para conhecê-los melhor. Às vezes, até uma piada feita sem pensar pode ofender algumas pessoas."

2. Acreditar que pode fazer o que quiser
Ser chefe não lhe dá o direito de fazer o que bem entender. Marcar reuniões no fim do expediente ou aos finais de semana, por exemplo, pode atrapalhar a rotina dos funcionários, e o gestor precisa levar em consideração que as pessoas têm uma vida fora do trabalho. Colocar metas impossíveis de serem alcançadas também é um péssimo hábito, afirma Camargo, que também critica chefes que não distribuem as tarefas de forma igualitária e que não fornecem feedback.

3. Não ouvir os funcionários
“Um dos piores chefes é o arrogante, que sobe no salto e não escuta as pessoas”, afirma o consultor. É função de um líder estar sempre aberto a ouvir a equipe, mesmo que as ideias não possam ser aproveitadas. “Chefes que só falam se sentem o máximo nas reuniões, enquanto fazem suas apresentações. Mas eles não enxergam que os liderados não gostam disso.”

4. Agir de maneira injusta
Outra coisa que prejudica muito a imagem do chefe junto aos funcionários: portar-se de modo tendencioso. “Alguns líderes costumam ter seus queridos na equipe. É preciso saber lidar com isso para ser justo”, recomenda Camargo. Por exemplo: as punições por erros devem ser aplicadas a todos – inclusive aos favoritos. “Para conquistar o respeito do grupo, o chefe deve tratar todos de maneira igual, o que é difícil quando se tem preferências”, afirma o consultor.

5. Achar que faz parte da turma
“O poder é solitário”, ensina Camargo. Ou seja, não é recomendável que o chefe se convide para tomar aquele chope com a equipe ao fim do expediente. “Claro que, se for só uma vez, para comemorar alguma meta alcançada, tudo bem. Mas ele não pode se inserir em todos os programas dos funcionários.” Segundo o consultor, o chefe pode sim ter esse tipo de relacionamento fora do trabalho, mas com outros chefes. Afinal, quem disse que liderar era fácil?
 
Fonte:Por Amarílis Lage com Maria Clara Vieira - 27/08/2013